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Alergia, não há que temer!

 

Introdução

A alergia é um dos quadros clínicos que mais tem vindo a aumentar nas últimas décadas, não só na sua vertente respiratória e dermatológica, mas também alimentar.

A sua prevalência crescente reflete as mudanças profundas ambientais com impacto profundo na saúde, assim como na industrialização da produção e transformação dos alimentos, agravado por um estilo de vida da população menos saudável.

Tudo isto contribui para quadros alérgicos cada vez mais frequentes, persistentes e, em muitos casos, mais graves.

Clinicamente, observa-se uma maior tendência para a cronicidade, e apesar de se conseguir identificar detalhadamente o que leva à alergia de cada doente, infelizmente, a resposta da medicina convencional é, na maioria das vezes, incompleta.

É neste contexto que o nosso tratamento de medicina chinesa se perfila como uma forte hipótese terapêutica, como complemento à terapêutica medicamentosa habitual ou, em alguns casos, de forma isolada, pois apresenta uma perspetiva integrativa e abrangente: aborda as alergias de cada paciente como o resultado de um desequilíbrio do organismo que leva à desregulação do sistema imunitário, comprometendo a sua capacidade de lidar com as cada vez mais numerosas agressões externas.
Assim, por esta via, há melhores possibilidades de o corpo recuperar o correto comportamento imunitário, mesmo em situações graves e/ou crónicas.

 

As alergias segundo a ciência

Na medicina convencional, as alergias são consideradas doenças de hipersensibilidade do sistema imunitário, nas quais ocorre uma resposta exagerada a substâncias normalmente inofensivas (alérgenos), como pólen, alimentos, ácaros ou fármacos.

O mecanismo mais comum que leva ao surgir da alergia é, após uma fase inicial de sensibilização, a ativação da resposta dos mastócitos e basófilos após o contacto com a substância alérgica, com libertação de histamina e outros mediadores inflamatórios. Estes processos são responsáveis pelos sintomas típicos, como espirros, rinorreia, prurido, broncoespasmos ou lesões cutâneas.

As principais patologias são respiratórias ou cutâneas:
- rinite alérgica;
- asma:
- dermatite atópica:
- urticária;
- anafilaxia (em casos graves).

O diagnóstico baseia-se na história clínica e em testes específicos, como testes cutâneos e determinação dos níveis de IgE através de uma análise laboratorial ao sangue. O tratamento assenta na identificação do alérgeno, a prescrição de terapêutica farmacológica (anti-histamínicos, corticosteroides, broncodilatadores) e, em alguns casos, imunoterapia específica.

Apesar do controlo adequado dos sintomas, infelizmente esta abordagem não elimina a recorrência dos quadros alérgicos e pode trazer efeitos secundários associados ao uso prolongado deste tipo de terapêutica.

 

A perspetiva da medicina chinesa 

Para a medicina chinesa, as alergias são compreendidas como um desequilíbrio interno do organismo, mais do que uma simples reação a um agente externo específico.

Nesta perspetiva, considera-se que existe uma fragilidade do sistema defensivo, designado por Wei Qi, ao mesmo tempo que há um desequilíbrio energético de um ou mais órgãos energéticos, o que descompensa a resposta imunitária, causando o quadro alérgico.
Assim, quando existem desequilíbrios energéticos num dado sistema do organismo, substâncias que normalmente são inofensivas podem ser interpretadas como ameaças, desencadeando respostas imunitárias exageradas que conduzem a processos inflamatórios, podendo, em alguns casos, ser graves.

É por isso que, segundo a nossa visão de saúde, que é holística e integral, não basta apenas identificar os alérgenos e controlar os sintomas com medicamentos; é também necessário equilibrar o organismo e o sistema imunitário para tratar adequadamente e de forma duradoura o quadro alérgico.

 

O nosso tratamento de medicina chinesa

Para tratar uma alérgica, seja de pele, alimentar, respiratória ou sistémica, recorremos a um conjunto de abordagens do âmbito da medicina chinesa, dependendo do quadro alérgico. Habitualmente são:
- acupuntura;
- fitoterapia chinesa;
- dietética chinesa;
- higiene de vida.

 

Princípios energéticos do tratamento

Para reverter uma patologia que tem um fundo alérgico é necessário atuar no organismo segundo estes princípios:

  • equilibrar e reforçar a Wei Qi (sistema imunitário) para modular a resposta imunitária através da tonificação do Qi do Rim, Fígado e Baço-Pâncreas, órgãos que contribuem para o bom funcionamento da imunidade. (Se deseja conhecer um pouco o que é a Wei Qi, então leia este nosso artigo: https://www.clinicaspedrochoy.com/novidades/wei-qi-a-sua-defesa-perante-as-intemp%C3%A9ries/)
  • regular o sistema onde está a manifestar-se a alergia, tendo em conta que esta pode surgir em diferentes áreas do organismo, quer sejam as vias respiratórias superiores ou inferiores, a pele e o sistema digestivo, quando há alergias alimentares;
  • harmonizar o organismo como um todo, incluindo o Shen (mente e emoções).

Ao seguir estes princípios terapêuticos, o nosso tratamento de medicina chinesa não se limita apenas a controlar os sintomas, procurando atuar sobre a base funcional do desequilíbrio que sustenta a patologia alérgica. Desta forma, criam-se as condições orgânicas necessárias para uma modulação progressiva da resposta do organismo, permitindo reduzir a reatividade aos estímulos alergénicos. Com a continuidade do tratamento, observa-se frequentemente uma diminuição da frequência e intensidade das crises e, em alguns casos, uma remissão significativa ou total do quadro alérgico, dependendo do caso a tratar.

 

Conclusão

Perante uma patologia alérgica, não basta apenas recorrer a soluções imediatas que apenas visam controlar os sintomas, até porque há o risco de um quadro alérgico piorar com o passar do tempo. 

É preciso ter uma abordagem mais profunda que atue na causa orgânica da alergia, para que deixe de haver uma reação imunitária descontrolada a uma mera substância que deveria ter uma coexistência relativamente pacífica com o nosso corpo.

E é por isso que faz todo o sentido o recurso aos nossos tratamentos de medicina chinesa.

A nossa intervenção terapêutica vai além da resposta aos sintomas, ela procura restaurar o equilíbrio orgânico e, com isso, levar gradualmente a que o sistema imunitário fique menos reativo a potenciais substâncias alérgicas, podendo mesmo ficar “normalizado”, dependendo do caso em si.

 

A seguir encontra uma lista de casos reais já tratados por nós que o podem ajudar a perceber todo o potencial do nosso tratamento:

Urticária:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/tratamento-urticaria-acupuntura/

 

Rinite alérgica:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/tratamento-rinite-acupuntura/

 

Sinusite por rinite alérgica:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/tratamento-sinusite-acupuntura/

 

Bronquite asmática:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/medicina-chinesa-tratamento-bronquite-asmatica/

 

Rinite alérgica e eczema atópico:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/rinite-alergica-acupuntura-fitoterapia/

 

Asma infantil:

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/tratamento-de-asma-br%C3%B4nquica-infantil-com-acupuntura/

https://www.clinicaspedrochoy.com/testemunhos/tratamento-de-sintomas-de-asma-com-acupuntura-caso-clinico/

 

 

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