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Alucinações | Artigo Dr. Pedro Choy

"Ontem consultei a Isabel. Tem 58 anos e veio à consulta por insónia severa, pois quase não dorme... Uma patologia na qual temos dado boas provas.

Contudo, vinha medicada com fármacos antipsicóticos. Pareceu-me estranho e perguntei a razão... Respondeu que na primeira hora de sono tem alucinações, vê uma forma humanoide, assustadora, que caminha para ela para lhe fazer mal... Não sabe explicar melhor.

As alucinações, na fase inicial ou terminal do sono, são conhecidas. São frequentemente classificadas como um sintoma esquizóide (relativo à esquizofrenia), tal como as alucinações em geral. Daí a Isabel ter sido medicada com fármacos antipsicóticos.

Alucinação consiste em ver e/ou ouvir, sentir (tato), saborear e cheirar coisas que mais ninguém perceciona, e só quem tem a alucinação é que dá por ela.

Para o Ocidente, as alucinações têm uma conotação muito negativa. Para a classe médica há a colagem à esquizofrenia; para o leigo, o místico e o mágico, por exemplo, devem-se à presença de espíritos.

As alucinações, para a medicina chinesa, são um erro da nossa fronteira energética, ou seja, das nossas defesas. Na nossa epiderme circula uma energia designada por wei qi, que tem múltiplas funções. Uma delas é ser a fronteira para as energias que nos invadem, deixando passar as "energias" que nos são úteis e bloqueando as que nos são perniciosas. Quando esta energia wei qi diminui - por exemplo, se as defesas enfraquecem -, entram no nosso organismo energias que não era suposto entrarem. Algumas perfeitamente inofensivas, como as frequências vibratórias de sons e luz, que normalmente não percecionamos, tais como ultrassons, infrassons, infravermelhos e ultravioletras. Acontece que os nossos olhos não vêem, são apenas "lentes", e os nossos ouvidos não ouvem, são apenas "microfones". É o cérebro que vê, ouve e sente...

Estas frequências estranhas para nós são transformadas pelo cérebro, de forma automática, em algo que possamos entender. Se tivermos assustados, será algo de mau, como uma entidade que nos assombra.

Pois bem, como a Isabel, iniciei tratamento para aumentar a fronteira e as defesas.

Espero, por esta via, conseguir que deixe de ter a alucinação e, ainda, que durma melhor. É que esta energia das defesas, chamada wei qi, também tem um papel importante na capacidade de dormir... Sai para o exterior pelo canto interno do olho para nos acordar e mergulha  em profundidade quando devemos dormir. A inversão deste fenómeno também produz insónia, às vezes muito grave."

 

Artigo de autoria do Dr. Pedro Choy e publicado na Revista "Nova Gente" a 15 de abril de 2016.

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